sexta-feira, 14 de março de 2014

Provérbios 13

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 Provérbios 13 do livro Provérbios da Bíblia.

1 O filho sábio
acolhe a instrução do pai,
mas o zombador não ouve a repreensão.
2 Do fruto de sua boca
o homem desfruta coisas boas,
mas o que os infiéis desejam é violência.
3 Quem guarda a sua boca
guarda a sua vida,
mas quem fala demais acaba se arruinando.
4 O preguiçoso deseja e nada consegue,
mas os desejos do diligente
são amplamente satisfeitos.
5 Os justos odeiam o que é falso,
mas os ímpios
trazem vergonha e desgraça.
6 A retidão protege o homem íntegro,
mas a impiedade derruba o pecador.
7 Alguns fingem que são ricos e nada têm;
outros fingem que são pobres
e têm grande riqueza.
8 As riquezas de um homem
servem de resgate para a sua vida,
mas o pobre nunca recebe ameaças.
9 A luz dos justos
resplandece esplendidamente,
mas a lâmpada dos ímpios apaga-se.
10 O orgulho só gera discussões,
mas a sabedoria está
com os que tomam conselho.
11 O dinheiro ganho com desonestidade
diminuirá,
mas quem o ajunta aos poucos
terá cada vez mais.
12 A esperança que se retarda
deixa o coração doente,
mas o anseio satisfeito é árvore de vida.
13 Quem zomba da instrução pagará por ela,
mas aquele que respeita o mandamento
será recompensado.
14 O ensino dos sábios é fonte de vida
e afasta o homem
das armadilhas da morte.
15 O bom entendimento conquista favor,
mas o caminho do infiel é áspero.
16 Todo homem prudente
age com base no conhecimento,
mas o tolo expõe a sua insensatez.
17 O mensageiro ímpio cai em dificuldade,
mas o enviado digno de confiança
traz a cura.
18 Quem despreza a disciplina
cai na pobreza e na vergonha,
mas quem acolhe a repreensão
recebe tratamento honroso.
19 O anseio satisfeito agrada a alma,
mas o tolo detesta afastar-se do mal.
20 Aquele que anda com os sábios
será cada vez mais sábio,
mas o companheiro dos tolos
acabará mal.
21 O infortúnio persegue o pecador,
mas a prosperidade
é a recompensa do justo.
22 O homem bom deixa herança
para os filhos de seus filhos,
mas a riqueza do pecador
é armazenada para os justos.
23 A lavoura do pobre
produz alimento com fartura,
mas por falta de justiça ele o perde.
24 Quem se nega a castigar seu filho
não o ama;
quem o ama não hesita em discipliná-lo.
25 O justo come até satisfazer o apetite,
mas os ímpios permanecem famintos.

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