sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

pela esposa de Manoel Goiana de Carvalho descendencia de D.Diniz

http://www.araujo.eti.br/descend.asp?numPessoa=5835&dir=genxdir/

Descendência de
Bento Lopes
 
4 gerações (Bisnetos)


1- Bento Lopes , nasc. em 05-06-1671, em Santiago de Valpedre, Porto - Portugal, falec. em 1740, cas. em 12-07-1700, em Santo André de Marecos, Porto - Portugal, com Águeda Maria Diniz (filha de Manoel Dias e Ana Diniz ), nasc. em 05-02-1681, em Santo André de Marecos, Porto - Portugal, falec. em 1743. ELE: Morava no lugar da Reigada, em Santo André de Marecos, bispado do Porto, Portugal.. ELA: Da freguesia de Santos Andredo Marrocos, norte de Portugal (ou África).
F.1-
F.2-
F.3-
Manoel Lopes Diniz , nasc. em 17-01-1709, em Porto, Portugal, falec. em 07-12-1796 e Maria de Barros da Silveira (filha de João Pinto Leal e Maria de Barros da Silveira ). ELE: De Santo André de Marecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, Portugal. Fundador da Fazenda Panela d'Água, em Floresta do Navio. Diz-se que descendente do 6º Rei de Portugal, o Rei Lavrador, D. Diniz (filho de Afonso III e Beatriz de Castela), casado com Isabel de Aragão, a Rainha Santa (canonizada pela Igreja Católica como Santa Isabel). Foi sepultado na Igreja do Rosário, em Floresta-PE (1796).

Panela D'água era uma antiga fazenda de gado situada ao Leste da Serra do Arapuá no Sertão do Pajeú, arrendada em 1756 ao morgado da Casa da Torre na Bahia, e pertencente à Francisco Garcia D'Avila Pereira e Aragão proprietário destas terras na Provincia de Pernambuco, pelo portugues Manoel Lopes Diniz e posteriormente comprada por seu filho José Lopes Diniz.
N.3.1-
Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel, cas. em 1754, com Ana Torres (filha de Gen. Frederico Licor ). ELE: (Coronel do Brejo). Residente na fazenda Brejo do Gama, Floresta.. ELA: Da fazenda Malhada Grande, Belém do São Francisco-PE.
B.3.1.1-
Manuel Lopes e ?? Pereira Lacerda . ELE: Casou-se na família Pereira Lacerda em Serra da Areia, Piancó, Paraíba. Descendem dele as famílias Vieira Lacerda e outras na Paraíba.. ELA:Parenta de Manoel Pereira da Silva Jacobina (conhecido por Padre Pereira) e residia na Serra da Areia, Piancó, PB.
B.3.1.2-
Maria de Barros da Assunção e Luiz Rodrigues da Cruz (filho de Tomás de Vilar Duque ), profissão: Capitão-de-conquista, nasc. em Lisboa, Portugal
N.3.1-
Manoel Lopes Diniz Filho, profissão: Coronel e Ana Tereza da Silva (filha de Joaquim de Almeida da Silva Leal e Maria da Silva ). ELE: (Coronel do Brejo). Residente na fazenda Brejo do Gama, Floresta.. ELA: Residia em Brejo do Gama, município de Belmonte-PE. Faleceu com 108 anos.
B.3.1.3-
José Lopes Diniz , profissão: Capitão e Maria Isabel Furtado (filha de Cirilo Gomes de Sá e Ana Furtado Leite ). ELE: Do Brejo da Gama.
B.3.1.4-
Joaquim Lopes Diniz e Ana Furtado de Figueiredo , nasc. em Coité-CE. ELA: (Piti).
B.3.1.5-
Vitorino Pinto da Silva Sobrinho e Manuela Furtado de Figueiredo . ELA: Prima legítima de Ana Furtado, casada com Joaquim Lopes Diniz.
B.3.1.5-
Vitorino Pinto da Silva Sobrinho e Ana Maria de Barros (filha de José Lopes Diniz e Josefa Gonçalves Torres )
B.3.1.5-
Vitorino Pinto da Silva Sobrinho e Antônia Gomes de São Pedro e Sá (filha de José Alves de Carvalho e Sá e Isabel Leite de Sá )
B.3.1.6-
Antônia Maria Diniz e Francisco Alves de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição ), profissão: Capitão. ELA: (Antoninha). Residia em São Pedro, Floresta.. ELE: Um dos primeiros contrutores da antiga freguesia de Fazenda Grande, hoje Floresta-PE, tendo sido o seu primeiro Juiz de Paz.
N.3.2-
Vitorino Pinto da Silva , nasc. em 1754 e Sebastiana Ramalho (filha de Manoel Pinto Ramalho ), nasc. em Corrente-CE. ELE: Batizou-se com 2 anos na Capela do Brejo do Pajeú, tendo com padrinhos Bartolomeu de Souza Ferraz e Margarida de Barros.
B.3.2.1-
José Vitorino de Barros e Silva , profissão: Tenente-Coronel e Clara Gomes de Sá . ELE:Fundou a fazenda Bezerros, hoje cidade e sede do município Verdejante.. ELA: Da Fazenda Brandões, imediações de Cabrobó-PE.
B.3.2.1-
José Vitorino de Barros e Silva , profissão: Tenente-Coronel e Josefa (filha de Capitão Pereira ). ELE: Fundou a fazenda Bezerros, hoje cidade e sede do município Verdejante.
B.3.2.2-
Manoel Pinto da Silva . NOTAS: Casado, não deixou descendentes.
B.3.2.3-
João José da Silva . NOTAS: Casado, não deixou descendentes.
B.3.2.4-
B.3.2.5-
Bernardo Maciel de Souza , profissão: Capitão, nasc. em Água Branca, Floresta-PE e Josina Cornélia de Souza Sá (filha de Antônio Gomes de Sá Roriz e Ana Etelvina Ramalho Silva ). ELE: Conhecido como Capitão Bimbim. Faleceu na guerra do Paraguai.
B.3.2.6-
Maria e Alexandre Gomes de Sá , profissão: Major. ELE: Dos Brandões.
B.3.2.7-
Ana Etelvina Ramalho Silva e Antônio Gomes de Sá Roriz . ELE: Da Canoa.
N.3.3-
Gonçalo Pinto da Silva , profissão: Capitão-Mor e Claudiana Maria do Espírito Santo . ELA:Descendente de Paraguaçu e filha da fundadora de Curaçá - BA.
B.3.3.1-
Catarina Maria do Espírito Santo e Francisco Alves de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição ), profissão: Capitão. ELE: Um dos primeiros contrutores da antiga freguesia de Fazenda Grande, hoje Floresta-PE, tendo sido o seu primeiro Juiz de Paz.
B.3.3.2-
Ana Clara Pinto da Silva e Jerônimo Pires de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e Inácia Maria da Conceição ), profissão: Capitão
N.3.4-
José Lopes Diniz , nasc. em 18-03-1760 e Josefa Gonçalves Torres (filha de e Geralda ). ELE:Batizou-se na Capela de N. S. da Conceição, tendo como padrinhos Francisco Rezende Bezerra e Rosa Maria do Nascimento. Residia na fazenda Panela D'Água, município de Floresta, PE.. ELA:Sobrinha de Florência Maria de Barros.
B.3.4.1-
Manuel Lopes Diniz , profissão: Major e Ana Maria de Barros (filha de Luiz Rodrigues da Cruz e Maria de Barros da Assunção ), nasc. em 1805. ELE: Residia na fazenda Roçado, Floresta, PE.
B.3.4.2-
Francisco de Barros do Nascimento , profissão: Coronel e Ana Maria de Carvalho Barros(filha de Francisco Alves de Carvalho e Antônia Maria Diniz ). ELE: Foi presidente da Primeira Câmara de Vereadores da vila restaurada de Floresta, no ano de 1865.. ELA: (Nana).
B.3.4.2-
Francisco de Barros do Nascimento , profissão: Coronel e Clara Grata de Oliveira Barros . ELE: Foi presidente da Primeira Câmara de Vereadores da vila restaurada de Floresta, no ano de 1865.. ELA: Do Pão de Açúcar.
B.3.4.3-
Joaquim Lopes Diniz de Barros , nasc. em 12-02-1812, falec. em 1907 e Gertrudes Maria das Virgens (filha de Manoel Barbosa Nogueira e Úrsula Maria das Virgens ). ELE: Residia na fazenda Tapuio, Floresta, PE.
B.3.4.4-
B.3.4.5-
Ana Maria de Barros e Vitorino Pinto da Silva Sobrinho (filho de Manoel Lopes Diniz Filho e Ana Tereza da Silva )
B.3.4.6-
Maria de Barros do Nascimento e Gonçalo Gomes dos Santos (filho de Manoel Gomes dos Santos e Maria Águeda Diniz ). ELA: (Barrinha).. ELE: Residia em Campo Grande, Floresta, PE.
B.3.4.7-
Clara Linda da Silva e Manoel Salvador da Cruz (filho de Luiz Rodrigues da Cruz e Maria de Barros da Assunção ), profissão: Capitão, nasc. em 1810, falec. em 1873. ELA: Conhecida como Clarinha.. ELE: Morava na fazenda Água Branca, Floresta. Foi subdelegado de Fazenda Grande e também membro da primeira Câmara Municipal de Floresta.
B.3.4.8-
Benedita Gonçalves Torres e Vitorino Lopes de Barros (filho de Manoel Barbosa Nogueira e Úrsula Maria das Virgens ), profissão: Major. ELE: (Major Vitorino da Escadinha).
N.3.5-
Rosa Maria do Nascimento e Francisco Gomes de Sá (filho de Gomes de Sá e Gomes de Sá ), profissão: Capitão-comandante. ELE: Residia no Riacho dos Mandantes.
B.3.5.1-
Maria Gomes D'Assunção e Manoel Goiana de Carvalho (filho de Manoel de Carvalho Alves e uma prima da segunda esposa ). ELE: Sabe-se que tinha 19 filhos. Não se sabe os nomes nem os descendentes dos outros filhos.
B.3.5.2-
Cirilo Gomes de Sá e Ana Furtado Leite . ELA: Cearense. Prima legítima de Izabel Furtado Leite, esposa de Gregório Barbosa.
B.3.5.3-
B.3.5.4-
B.3.5.5-
Vitoriano Gomes de Sá e Inácia Telles de Menezes (filha de Capitão Telles de Menezes ). ELE: Moravam no Roque, na margem esquerda do Grande Rio.
B.3.5.6-
B.3.5.7-
Procópio Gomes de Sá . NOTAS: Residia no riacho dos Mandantes. Seus descendentes não são conhecidos.
B.3.5.8-
N.3.6-
Maria da Silva Barros e Francisco Barbosa Nogueira (filho de N. ). ELE: (Barbosa da Escadinha). Da Fazenda Escadinha, em Vila Bela. Era primo legítimo de Gregório Barbosa, casado com Izabel Furtado Leite.
B.3.6.1-
Padre Francisco Barbosa Nogueira , profissão: Padre, nasc. em 1771, em Serra Talhada-PE, Brasil, falec. em 18-02-1839 e Quitéria Pereira da Cunha (filha de Antônio Pereira da Cunha ), falec. em 15-10-1868. ELE: Exerceu funcoes eclesiasticas ate a data de sua morte, tendo, inclusive, batizado sua neta, Maria Manoela do Nascimento, no ano de 1838. Faleceu aos 68 anos de hidropisia. Foi sepultado na Igreja do Rosario, em Serra Talhada. Envolto em paramentos, foi encomendado solenemente pelo Pe. Antonio Goncalves de Lima. Obito registrado no livro n.1, pagina 1, verso, da Igreja da Penha. Viveu com Quiteria Pereira da Cunha e teve 10 filhos.. ELA: Prima legítima de Maria Manoela do Nascimento.
B.3.6.2-
Luzia Nogueira de Morais e Antônio Xavier de Morais , nasc. em Portugal. ELE: Da Lagoa da Pedra.
B.3.6.3-
Manoel Barbosa Nogueira e Úrsula Maria das Virgens . ELE: Conhecido como Capitãozinho. Foi assassinado por Pedro Nunes de Magalhães, por questões de terra ou de gado.. ELA:Raptada na passagem do Juazeiro-BA. Irmã de D. Brígida Maria das Virgens ou Brígida Alencar, de Cabrobó.
N.3.7-
Maria Águeda Diniz e Manoel Gomes dos Santos (filho de José da Mota e Silva ), nasc. em Portugal
B.3.7.1-
Gonçalo Gomes dos Santos e Maria de Barros do Nascimento (filha de José Lopes Diniz e Josefa Gonçalves Torres ). ELE: Residia em Campo Grande, Floresta, PE.. ELA: (Barrinha).
B.3.7.2-
Manoel Gomes dos Santos e Rosa Maria de Filgueiras . ELA: Parenta de Florência Maria de Barros.
B.3.7.3-
José da Mota e Silva e Francisca Maria do Espírito Santo (filha de Gregório Barbosa Nogueira e Isabel Furtado Leite ). ELA: Cearense.
B.3.7.4-
Ana Maria Diniz e José Pires Ribeiro , nasc. em Portugal. ELA: Residia na fazenda Várzea, São José de Belmonte-PE. Conhecida como Ana Gomes.
N.3.8-
Inácia Maria da Conceição e Manoel de Carvalho Alves (filho de Jerónimo Coelho de Carvalho e Maria Fernandes Cardoso ), nasc. em Portugal. ELE: Fidalgo português. Foi o primeiro Carvalho que chegou a antiga Fazenda Grande, atual Floresta-PE, atravessando o Rio São Francisco, vindo da Bahia e se estabelendo na Fazenda São Pedro, em Floresta-PE, dando origem a essa família no Sertão do Pajeú, do São Francisco e grande parte de Pernambuco.
B.3.8.1-
Francisco Alves de Carvalho , profissão: Capitão e Catarina Maria do Espírito Santo (filha de Gonçalo Pinto da Silva e Claudiana Maria do Espírito Santo ). ELE: Um dos primeiros contrutores da antiga freguesia de Fazenda Grande, hoje Floresta-PE, tendo sido o seu primeiro Juiz de Paz.
B.3.8.1-
Francisco Alves de Carvalho , profissão: Capitão e Antônia Maria Diniz (filha de Manoel Lopes Diniz Filho e Ana Tereza da Silva ). ELE: Um dos primeiros contrutores da antiga freguesia de Fazenda Grande, hoje Floresta-PE, tendo sido o seu primeiro Juiz de Paz.. ELA:(Antoninha). Residia em São Pedro, Floresta.
B.3.8.2-
Jerônimo Pires de Carvalho , profissão: Capitão e Ana Clara Pinto da Silva (filha de Gonçalo Pinto da Silva e Claudiana Maria do Espírito Santo )
B.3.8.3-
Maria Alves de Carvalho , falec. em 19-09-1841, cas. em A.1794, com José de Sá Araújo(filho de Antônio de Sá Araújo e Victoria dos Anjos da Cruz ), nasc. em 1763, falec. em 1857. ELA: (Carvalha). Residia na fazenda Canabrava - Belém do São Francisco - PE. Foi a construtora da igreja de N. Sra. do Patrocínio.. ELE: Era neto ou bisneto de um francês de nome Felix (conhecido por Felix Francês) e residia na Fazenda Canabrava, Belém do São Francisco - PE. (Anotações de Maria Firmina de Carvalho, Sia Dita).
B.3.8.4-
Clara Maria da Conceição e João de Sá Araújo (filho de Antônio de Sá Araújo e Victoria dos Anjos da Cruz ), profissão: Alferes. ELA: Residia na fazenda Canabrava, PE.
N.3.9-
N.3.10-
Ana Maria Diniz , nasc. em 18-11-1764. NOTAS: (Siá Dona).
F.4-
F.5-
F.6-
F.7-



Floresta PE

 
foi na Fazenda Grande, à margem direita doRio Pajeú, que teve início a povoação de Floresta. Na segunda metade do século XVIII, a fazenda servia de curral temporário para o gado que vinha da Bahia abastecer os engenhos de açúcar pernambucanos.
Em torno do oratório particular, erguido em 1777, que viria a ser depois aCapela do Senhor Bom Jesus dos Aflitos, surgiu o povoado de Fazenda Grande. Os proprietários da Fazenda Grande, e sua esposa D. Joana de Souza Silveira, doaram suas terras ao Bom Jesus dos Aflitos, em 1778, no cartório de notas da Fazenda Riacho do Navio. A proximidade com os Rios Pajeú, São Francisco e o Riacho do Navio aliada ao espírito de cristandade atraíram o povo para o local. Em poucos anos, o povoado de Fazenda Grande foi elevado à categoria de Vila em 31 de março de 1846, por meio de projeto que se tornou Lei Provincial n° 153, apresentado pelo representante de Flores, município também banhado pelo Rio Pajeú, do qual foi desmembrado.
Em 1849, como sanção por sua participação ativa na Revolução Praieira, a Vila da Floresta foi incorporada ao povoado de Tacaratu, contudo, em 1864, o Termo da Comarca foi restaurado.
Ainda como vila, e com o advento de República, Floresta teve como o primeiro prefeito o Tenente-coronel Fausto Serafim de Souza Ferraz, que assumiu em 1892. Em 20 de junho de 1907, através de Lei estadual n°867, foi elevada à categoria de cidade. Após quatro dias foi criada a "Sociedade Progressista Arborizadora" pelos florestanos João Gomes Barbosa e Alfredo Barros, tendo sido Joao Gomes Barbosa identificado por Álvaro Ferraz em seu livro comemorativo do cinquentenario da cidade como o Pai dos Tamarindos.
Em 1897 foi construída a Igreja Matriz, onde hoje é a Catedral do Bom Jesus, e para lá foi transferida a imagem do Padroeiro, ficando a igreja primitiva, monumento de História e de Fé, sob o patrocínio de Nª Srª do Rosário. Floresta foi sede da Primeira Diocese do Sertão Nordestino, criada em 1910 compunha-se de 18 paróquias: Exu, Ouricuri, Petrolina, Granito, Leopoldina (atual Parnamirim), Salgueiro, Boa Vista, Cabrobó, Belém do São Francisco, Floresta, Vila Bela (atual Serra Talhada), Belmonte, São José do Egito, Triunfo, Flores, Afogados da Ingazeira, Alagoa de Baixo (atual Sertânia) e Tacaratu. o 1° bispado sertanejo, foi exercido por D. Augusto Álvaro da Silva (Cardeal Primaz da Bahia) de 29 de novembro de 1911 a 8 de setembro de 1915.
O município de Floresta figura prominentemente no Estado de Pernambuco pela sua lideranca no tamanho de seu rebanho de caprinos e ovinos (um dos maiores do País). Floresta também e um dos maiores produtores de tomate, melancia.

Familia Carvalho II

Muitas localidades de Pernambuco (e tb de Alagoas) tem nomes semelhantes em Sergipe. Portanto Terra Vermelha existe em vários Estados, inclusive em Brejo Grande, Sergipe. Talvez esse Povoado tenha se formado logo apoós a expulsão dos holandeses,
em 1645, a chamada Insurreição Pernambucana. Tal conflito marcou a mobilização dos grandes proprietários de terra em favor da expulsão dos holandeses do Nordeste brasileiro. Alguns holandeses talvez tenhm ficado, mas certamente a 
maio...ria de suas famílias, constituidas no Brasil, através do relacionamento com escravos, índios e colonos, uma vez que a maioria dos invasores era constituida poor ex-soldados do antigo exercito mercenário da Prússia, que após seu desmembramento serviu a vários países, inclusive a holanda, muitos vieram sem familia, não tinham ou deixaram na Holanda, formando nova família no Brasil. Assim eles formaram os Povoados Terra Vermelha, na maioria constituida por descenden tes de holandeses.
 

Terra Vermelha

O povoado de Terra Vermelha, os moradores desse povoado mantém características dos invasores holandeses[carece de fontes]: brancos;olhos azuis e loiros. Esse povoado é rico em belezas naturais. É dado o nome de terra vermelha por causa das características de seus habitantes, que em geral tem o rosto vermelho, causa da invasão holandesa no povoado, onde mora um pouco mais de 200 familias.
Em 1826 tentou-se implantar aí a república, graças aos imigrantes pernambucanos que vieram para Brejo Grande. Em 1926 passou a chamar-se São Francisco; em 1943, Parapitinga; voltou ao nome original em 1954.
 Nossa ancestral Luzia de França, descendente de holandeses, residia no Povoado Terra Vermelha, casada com Justino de Andrade, descendente dos caciques tupinambás de Pacatuba ou Japaratuba.
 A família tem uma longa história de migrações e imigrações, por conta de perseguições políticas, religiosas, ou mesmo pelo espírito aventureiro. Com o primeiro Governador do Brasil, Tomé de Souza, veio Garcia d'Ávila, fundador da Casa da Torre.
 No município de Bodocó (PE), no seu Cartório, consta as escrituras de vendas e arrendamentos de terra que Garcia d'ávila fez aos Alencar, aos Carvalhos, e outras famílias, todos primos arrigimentados por Garcia d'Ávila em Portugal, e trazidos para o Brasil. Infelizmente muitos dados que eu já havia publicado se perderam com o fim do orkut e de meu blog anterior, mas vou tentar recuperá-l,os.
 Manoel de Carvalho Alves , nasc. em Portugal e uma prima da segunda esposa . ELE: Fidalgo português. Foi o primeiro Carvalho que chegou a antiga Fazenda Grande, atual Floresta-PE, atravessando o Rio São Francisco, vindo da Bahia e se estabelendo na Fazenda São Pedro, em Floresta-PE, dando origem a essa família no Sertão do Pajeú, do São Francisco e grande parte de Pernambuco.
Parte inferior do formulário
·          
·          O filho mais velho de Manoel de Carvalho Alves era Manoel Goiana de Carvalho e Maria Gomes D'Assunção (filha de Francisco Gomes de Sá e Rosa Maria do Nascimento ). ELE: Sabe-se que tinha 19 filhos. Não se sabe os nomes nem os descendentes dos outros filhos. . Não sabemos o nome do pai de José Frutuoso de Carvalho, seu descendente mais próximo. O sobrenome Goiana foi adotado em homenagem a Republica de Goiana, um movimento pró independencia que a família participou. Temos alguns Caldas, que também participaram e adotram o sobrenome Goiana Caldas, porque foi lá em Pajeu das Flores que os Caldas se uniram a uma afro-descendente, Balbina, assim como a segunda esposa de João Manoel também descendente afro, oriunda de remanescentes quilombolas (sucessoras do Quilombo dos Palmares) os quais também acompanharam os retirantes pernambucanos quando foram para Brejo Grande.
 Nos dois momentos, expulsão dos holandeses e destruição do Quilombo dos Palmares, assim como nas lutas pró-independencia(Republica de Goiana) teve a participação e liderança de Bernardo Vieira de Melo, o qual levou os primos de Olinda para o Rio Grande do Norte, onde seu compadre Domingos de Carvalho (Silva) que era pernambucano casou-se com Catarina de Barros, que já estava no Ceará-Mirim, foram os pais de Julio da Costa Barros, casado com uma desconhecida Feitoza, pais de Ana Maria Francisco Alves Feitosa, ancestrais do Barão de Água Branca, nossos ancestrais por parte de minha vó Júlia Alves Feitosa, da Matinha de Água Branca, Alagoas, casada com Manoel Correia Filho, o qual por sua vez era filho de Manoel Correia Caldas, esposo de Joana Filena, irmã de nosso avô José Rodrigues Barboza.
 faça suas perguntas
a pedido de Paulo Gabriel


Família Feitoza (da vó Júlia Alves Feitoza (in memoriam


Origem no Brasil

Os Feitosas descendem de João Alves Feitosa, um português que, nos primórdios do século XVII, estabeleceu-se como sesmeiro perto de Penedo, na foz do rio São Francisco. Ele procedia da povoação de Feitosa, da Freguesia do Minho, Comarca e Concelho de Ponte de Lima, Portugal.

Seus filhos Lorenço e Francisco enveredaram pelo interior da capitania, e foram parar num vale onde viviam algumas tribos índigenas, e onde o homem branco ainda não tinha pisado. Esse lugar é o Vale do Inhamuns no Ceará.

A famíla cresceu, e por muito tempo foi uma das mais poderosas e influentes famílias do nordeste brasileiro.

 

 

Leia mais: http://www.feitosa.com.br/

Ligações com os Alencar

João Francisco de Alencar Rego cc Maria Josefina Alves Feitosa, filha do pioneiro de Assaré, Lourenço Alves Feitosa.

http://www.casadatorre.org.br/alencar.htm

Os Alencar, assim como os Carvalho, em decorrencia também os Alves Feitosa, estiverem presentes na mesma região do Pajeu, e adquiriram terras da Casa da Torre.
"
Leonel fundara a Fazenda Várzea Grande, e que posteriormente, por ocasião do casamento de seu filho ele fundara a Fazenda Caiçara. Viviam da indústria agrícola e principalmente da pecuária de Gado Vacum. Estas terras seriam arrendadas à "Casa da Torre". Leonel pagava por esse arrendamento, conforme documentos ainda hoje existentes:
"Recebi do Tenente-coronel Leonel de Alencar Rego onze mil e duzentos e oitenta réis a conta de arrendamento do sítio Caysara por ordem que lhe apresentei do Sr. Coronel Francisco Dias D’Ávila, e para sua clareza lhe passei este por mim feito e assinado. – Ass. Domingos Pereira da Silva"*
"Em vinte e seis de julho de mil setecentos e quarenta e dois, recebi do Tenente-coronel Leonel de Alencar Rego, um cavalo e quinze mil réis, a conta da renda da Casa do Coronel Francisco Dias D’Ávila, por ordem que tenho do dito Senhor Coronel e assim dois mil e duzentos e quarenta réis de comestivo e por haver recebido lhe passei este por mim feito e assinado. Ass. Domingos Pereira da Silva."*
* Os originais se encontram no Cartório do Tabelião José Sinhô de Oliveira de Bodocó, Pernambuco, anexados aos autos de demarcação da Fazenda Caiçara, com Barrigudinha, fls 74 e 74 verso.

salmos 145 e 146

http://www.bibliaonline.com.br/acf/sl/145
salmo 145

Eu te exaltarei, ó Deus, rei meu, e bendirei o teu nome pelos séculos dos séculos e para sempre.
Cada dia te bendirei, e louvarei o teu nome pelos séculos dos séculos e para sempre.
Grande é o Senhor, e muito digno de louvor, e a sua grandeza inescrutável.
Uma geração louvará as tuas obras à outra geração, e anunciarão as tuas proezas.
Falarei da magnificência gloriosa da tua majestade e das tuas obras maravilhosas.
E se falará da força dos teus feitos terríveis; e contarei a tua grandeza.
Proferirão abundantemente a memória da tua grande bondade, e cantarão a tua justiça.
Piedoso e benigno é o Senhor, sofredor e de grande misericórdia.
O Senhor é bom para todos, e as suas misericórdias são sobre todas as suas obras.
Todas as tuas obras te louvarão, ó Senhor, e os teus santos te bendirão.
Falarão da glória do teu reino, e relatarão o teu poder,
Para fazer saber aos filhos dos homens as tuas proezas e a glória da magnificência do teu reino.
O teu reino é um reino eterno; o teu domínio dura em todas as gerações.
O Senhor sustenta a todos os que caem, e levanta a todos os abatidos.
Os olhos de todos esperam em ti, e lhes dás o seu mantimento a seu tempo.
Abres a tua mão, e fartas os desejos de todos os viventes.
Justo é o Senhor em todos os seus caminhos, e santo em todas as suas obras.
Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade.
Ele cumprirá o desejo dos que o temem; ouvirá o seu clamor, e os salvará.
O Senhor guarda a todos os que o amam; mas todos os ímpios serão destruídos.
A minha boca falará o louvor do Senhor, e toda a carne louvará o seu santo nome pelos séculos dos séculos e para sempre.

Salmos 145:1-21


salmo 146
http://www.bibliaonline.com.br/acf/sl/146

Louvai ao Senhor. Ó minha alma, louva ao Senhor.
Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus enquanto eu for vivo.
Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há salvação.
Sai-lhe o espírito, volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos.
Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, e cuja esperança está posta no Senhor seu Deus.
O que fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto há neles, e o que guarda a verdade para sempre;
O que faz justiça aos oprimidos, o que dá pão aos famintos. O Senhor solta os encarcerados.
O Senhor abre os olhos aos cegos; o Senhor levanta os abatidos; o Senhor ama os justos;
O Senhor guarda os estrangeiros; sustém o órfão e a viúva, mas transtorna o caminho dos ímpios.
O Senhor reinará eternamente; o teu Deus, ó Sião, de geração em geração. Louvai ao Senhor.

Salmos 146:1-10

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

familias Alencar se unem no Pajeu

veja o texto completo em
http://www.casadatorre.org.br/alencar.htm. onde os Alencar compram também das mesmas terras que a Casa da Torre vendeu para os Carvalho

Carvalhos

http://www.redalyc.org/pdf/742/74210211.pdf

Por ocasião das brigas de famílias no Pajeu, a partir de l907, boa parte da familia Carvalho já havia saido para Brejo Grande. Como a familia era muito grande, algunsa ramos ainda ficaram e moram na região até hoje. A mudança para Brejo Grande deu-se principalmente antes da Independencia (1822) por ocasião da tentativa da criação da Republica de Goicana (ou Goiana) onde , em Brejo Grande também tentaram novamente implantar a República. Liderados em Pernambuco do Bernardo Viera de Melo, um dos mártires, boa parte já havia seguido com ele para o Rio Grande do Norte (Ceará-Miririm) onde Bernardo foi Governador, logo após a expulsão dos holandeses (1694)